Dr. Julhiano Avelar avalia os últimos 10 anos de carreira em mês de seu aniversário
Em 26 de fevereiro, o mineiro troca de idade com mais reflexão sobre a vida, família e carreira.
Há 10 anos, Dr. Jhuliano Avelar começou a carreira como Procurador do Estado. Antes disso, atuou como assessor jurídico do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), em 2005; Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 2006; Advogado do GEAP – Plano de Saúde do Servidor Público Federal, em 2007; atuou na Rocha e Azevedo Advogados Associados, em 2008.
ÚLTIMOS DEZ ANOS
Em 2009 ingressou na Procuradoria Geral do Estado do Amapá. No ano seguinte, em 2010, foi chefe da Procuradoria de Assuntos Criminais da PGE/AP. Foi presidente da Associação dos Procuradores do Estado do Amapá, de 2009 a 2013 e presidente da Comissão da Advocacia Pública da OAB/AP, entre 2010 e 2013; pós-graduado em Processo Civil em 2016 e pós-graduado em Direito Constitucional pela Faculdade Damásio e ex- articulista do Jornal Diário do Amapá. Foi Subprocurador-Geral do Estado do Amapá de 2015 à 2019.
Em janeiro de 2019, em uma das mudanças de equipes do Governo, o procurador de carreira Julhiano Avelar deixou a Procuradoria-Geral do Estado do Amapá (PGE/AP) e assumiu o cargo de diretor-presidente do IEF e IMAP e agora em 2020, está como diretor-presidente do Instituto de Terras do Estado do Amapá - Amapá Terras.
“A cada ano de trabalho é um aprendizado e uma experiência profissional e pessoal que se soma a minha pessoa. Quero ressaltar que a Procuradoria cresceu muito nesses dez anos de trabalho. Fato este que é observado na ecomonia de recursos públicos, na boa defesa das ações judiciais e sobretuto na legalidade e eficiência das ações das várias secretarias do Estado.” avalia o Dr. Jhuliano Avelar
“E comemorando mais um ano de meu aniversário, registro que me sinto um amapaense de coração, com família constituída nesta gloriosa terra, e realizado com o meu cargo e minha atuação na PGE e no Amapá Terras. Agradeço a Deus, a minha esposa e aos meus colegas de trabalho” finaliza o Procurador.